
Patrícia levantou a pergunta: “O que dói mais, um tapa na face ou a imagem denegrida na web?”, com isso citou diversos casos de pessoas que ofenderam outras pessoas ou instituições em redes sociais e foram processadas (Cyberbullyng). Casos também de usuários seqüestrados por se exporem excessivamente nas grandes redes.
Para combater os “Selvagens Cybernéticos”, Peck é idealizadora de diversas cartilhas que ensinam crianças a darem seus primeiros passos on-line, alertando para todos os riscos quando a internet é mal aproveitada. O projeto se chama “Movimento Criança Mais Segura na Internet” e alerta numa linguagem simples e direta sobre o uso correto das novas tecnologias.
Outro grande problema citado por Patrícia é a questão de plágios em escolas, empresas e universidades (Art. 184 do Código Penal) e falsidade ideológica (Art. 307 do Código Penal). Pois muita gente se acha no direito de usar tudo que a internet oferece sem dar os devidos créditos para os autores e para que fique bem claro, isso é crime.
Imagens também podem gerar grandes problemas, visto que muitos internautas publicam fotos e vídeos de outras pessoas sem autorização. Patrícia reforça o uso ético e legal da tecnologia e é contra o anonimato que a web permite. A pesquisadora acredita que o direito de anonimato favorece crimes como pedofilia, desvio de dados, cyberbulling, dentre outros.
A autora do livro Direito Digital encerrou sua palestra afirmando que não podemos pôr a culpa na tecnologia, mas em quem faz mau uso da mesma.
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Imagem Google
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